O papel do levantamento jurídico para o saneamento de passivos

O papel do levantamento jurídico para o saneamento de passivos

O desconhecimento e a falta de controle do passivo jurídico podem fazer com que a sua empresa perca prazos de liquidação de dívidas, acarretando em multas e instabilidade financeira, podendo levar seu negócio à falência. Por isso, nesse post, vamos explicar a importância do levantamento jurídico para o saneamento de passivos.

Hoje, empresas de todo porte possuem o chamado passivo jurídico, principalmente em questões trabalhistas. Esses passivos precisam ser detalhados e acompanhados de perto pelos departamentos administrativos e financeiros, para que a sua empresa tenha o total controle das despesas com obrigações jurídicas com colaboradores, fornecedores e clientes.

O levantamento do passivo não identifica apenas falhas administrativas nos processos, mas também filtra, por meio de parâmetros de custo, os processos considerados negativos, ou seja, processos que precisam ser liquidados por questões financeiras, principalmente se a empresa está passando por um momento de crise.

Além disso, conhecer os valores envolvidos é importante para programar despesas e tentar negociar com seus credores a redução do valor projetado para desembolso. Outra contribuição que o levantamento jurídico traz para o saneamento de passivos é o conhecimento de problemas do passado e do presente, permitindo que os executivos tracem planos estratégicos para os setores jurídico e financeiro.



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Como realizar o levantamento jurídico?

Softwares, como o SCTr Web, desenvolvido pela Macdata, são capazes de  gerir provisionamentos e de apurar quaisquer verbas trabalhistas, como horas extras, insalubridade, periculosidade, reintegração, diferenças salariais, aviso prévio, férias, DSR, 13º salário, entre outras. A tecnologia também indica quais são os processos trabalhistas passíveis de liquidação e, assim, efetuar o saneamento dos passivos.

No nosso ebook também explicamos como melhorar a gestão dos passivos trabalhistas e apontamos os riscos de uma gestão baseada apenas em estimativas nos processos trabalhistas.


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